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Standard Time – Live Jazz no Távola Jazz Club

Luis Cunha – Trompete

Participou em diversas orquestras de programas televisivos tais como: “Sábado à Noite”, “Globos de Ouro – Sic”, “Herman Sic”, “Domingo é Domingo”.

Tem participado em gravações de estúdio com Sérgio Godinho, Vitorino, José Mário Branco, Rodrigo Leal, Tito Paris e tocado em concertos com Paulo de Carvalho, Tito Paris, Sons da Fala, The Gift, José Mário Branco, Dulce Pontes, Carlos do Carmo, Luis Represas, Pedro Abrunhosa, Tora Tora Big Band entre outros.

Luís Cunha Quinteto “Faro Oeste” – https://youtu.be/HGQizzqtCC0

João Mortágua – Saxofone

Saxofonista, compositor e improvisador, João Mortágua (1987) licenciou-se na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE, Porto), em 2009. Atualmente reside em Coimbra, onde leciona as disciplinas de Saxofone e Combo no Curso de Jazz do Conservatório de Música da cidade.

Gravou cinco álbuns em nome próprio: “Janela” (2014), “Mirrors”, “AXES” (2017), “Dentro da Janela” (2019) e “MAZAM: Land” (2020), todos através do carimbo Porta Jazz. Em 2017 foi considerado Músico do Ano nos prémios RTP/Festa do Jazz. O seu álbum “Dentro da Janela” foi eleito Disco do Ano pela jazz.pt e pela JazzLogical, arrecadando ainda o galardão de Melhor Álbum Jazz nos Prémios Play da Música Portuguesa.

Toca regularmente com Nuno Ferreira, André Fernandes, Carlos Bica, André Santos, Filipe Teixeira, Hugo Raro, Nelson Cascais, Paulo Santo, Bruno Pernadas, Jeffery Davis, Alexandre Coelho, Miguel Calhaz, Gonçalo Moreira e Bernardo Moreira, entre outros. Co-lidera os duos Kintsugi (com Luís Figueiredo, cujo disco foi recentemente lançado) e STAU (com Diogo Alexandre), o trio Quang Ny Lys (com Mané Fernandes e Rita Maria), e o Ensemble Mondego (com Ricardo Formoso).

Carlos Azevedo – Piano

Carlos Azevedo é nome especialíssimo no panorama jazzístico nacional, que ele próprio ajudou a construir, e em várias frentes: pelas obras marcantes que compôs ou arranjou, nas áreas do jazz e da música erudita, pelas centenas de alunos que formou, pelo piano que escutamos nos discos e concertos de uma das orquestras de jazz mais relevantes da atualidade, a Orquestra Jazz de Matosinhos (OJM), cuja direção musical partilhou ativamente com Pedro Guedes desde 1999 até ao momento, recente, em que saiu da formação.

Bernardo Moreira – Contrabaixo

Bernardo Moreira é um contrabaixista português, filho de Bernardo Moreira (Binau) e irmão dos músicos Pedro Moreira, João Moreira e Miguel Moreira. Começou os estudos musicais com 16 anos, tendo frequentado a Academia dos Amadores de Musica de Lisboa e estudado com Fernando Flores, Niels-Henning Ørsted Pederson, Rufus Reid e Reggie Workman.
Paralelamente à sua carreira de músico é professor da Escola de Jazz do Hot Club de Portugal.
No final da década de 80 tocou em vários clubes de jazz em Portugal e no estrangeiro, com músicos como Eddie Henderson, Norman Simmons, Al Grey, John Stubblefield, Carl Burnett e Frank Lacy. Entre 1991 e 1992, tocou com Daniel Humair e o trombonista Yves Robert no Festival Internacional de Jazz de Lisboa; com Valery Ponomarev em Madrid; com o seu grupo Moreiras Quinteto em Espanha, França, Angola, Moçambique e África do Sul.
A sua discografia inclui Luandando do Moreiras Quinteto com Freddie Hubbard (Movieplay),Encontro em Lisboa com a participação de Eddie Henderson (Movieplay), Tudo Muda – Bernardo Moreira Trio com Steve Slagle (Movieplay) e discos de Maria Viana, Big Band Hot Club Portugal (com Benny Golson, Curtis Fuller e Eddie Henderson), Nanã Sousa Dias, Quarteto de Mário Laginha, Trio de Carlo Morena com Rick Margitza, Paulo Gomes e Fátima Serro.
Gravou This is it, o último trabalho discográfico de André Sarbib.

Bernardo Moreira “Viva a Música” – https://youtu.be/3ZxZJtGnNRg?si=CV8QHv8NIoJoGVjL

Mário Costa – Bateria

Mário Costa, construiu um notável percurso musical ao longo dos anos: são mais de 600 os concertos realizados em algumas das mais prestigiadas salas do mundo enquanto baterista de artistas como António Zambujo, Miguel Araújo e Ana Moura.

O seu sucesso pessoal está associado a tudo o que o jazz nacional conquistou além-fronteiras e dentro destas, tendo colaborado com vários músicos de diferentes gerações, desde João Mortágua ou Hugo Carvalhais a Carlos Bica ou Mário Laginha, passando também por projectos como MAZAM, Ensamble Super Moderne, Carlos Azevedo Quarteto, Orquestra de Jazz de Matosinhos, entre muitos outros. Internacionalmente, é membro do super-grupo revelação do jazz europeu Emile Parisien, que soma já dois registos discográficos na editora ACT: “Sfumato” (2016) – álbum do ano nos prémios franceses “Victoires du Jazz”; e “Sfumato Live in Marciac” (2018) que consagra em definitivo o baterista português Mário Costa ao lado das maiores figuras do jazz mundial, como os lendários Michel Portal, Joachim Kühn e Wynton Marsalis.

Entre outros nomes conceituados da cena jazzística internacional, Costa já partilhou o palco com John Taylor, Lionel Loueke, Metropole Orkest, John Beasley, Daniel Humair, Jason Rebelo, Vincent Peirani, Michael Wollny, Theo Ceccaldi, Roberto Negro, Liudas Mockunas, Dominique Pifarély, Bojan Z, Yaron Herman e o saxofonista inglês Andy Sheppard, ingressando o seu novo quarteto.

 

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Data
01 Jul 2026
Hora
22:00 - 0:00
Localização
Távola Jazz Club
Távola Jazz Club
R. Cel. Bento Roma n 16, 1700-177 Lisboa

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