
Pinto/Graça/Costa/Rosinha/Candeias – Live Jazz no Távola Jazz Club
Ricardo Pinto – Trompete
Natural de Sintra , nascido a 7 de Janeiro de 1977, Ricardo Pinto frequentou o Hot Club de Portugal tendo aulas com os seguintes professores, João Moreira, Pedro Madaleno, Ricardo
Pinheiro e Bruno Santos.
Já tocou com músicos em várias formações como: Óscar Graça, Carlos Barreto, Jorge Reis, Ricardo, NelsonCascais , Ricardo Toscano, Jeffery Davis, Nuno Costa, Victor Zamora, Rui Caetano, Ana Paula, Sousa, André Matos, Hugo Antunes, Gonçalo Almeida, Luís Candeias, Yohannes Krieger, Mick Trovoada, Orlanda Guilande, Selma Uamusse, Rita Maria Catarina dos Santos, Diego El Gavi.
Do seu primeiro e Segundo disco dos Sintra Project fizeram parte do seu quinteto Daniel Hewson, Francesco Valente, Bruno Margalho e Rui Pereira, Luís Barrigas e André Rosinha .
Actualmente fazem parte do seu quinteto , Ricardo Toscano , Óscar Graça , André Rosinha e Luís Candeias.
Entre muitos outros que passaram pela Reunion Big Jazz Band onde actualmente ainda tocou, por diversos projectos como Kumpania Algazarra, Yeti Project, Diego El Gavi onde ainda toca, Yemanjazz, Bordell, participou ao vivo e fez gravações com Black Mamba, Terrakota, Blasted Mechanism, Catarina dos Santos, Kussundulola, Cacique 94, Room 74, entre outros.
Óscar Graça – Piano
Óscar Marcelino da Graça, nascido em Aveiro em 1980, começou a estudar música aos seis anos.
É licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa (2002) e concluíu o curso complementar de piano no Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian em 1998.
Frequentou aulas de jazz na Escola de Jazz do Porto, Hot Clube de Lisboa e Berklee College of Music (onde foi bolseiro). É presentemente doutorando em Música na Universidade de Aveiro.
Foi aluno de, entre muitos outros, Paulo Gomes, Bernardo Moreira, Rodrigo Gonçalves, António Pinho Vargas, Luís Tinoco, Frank Carlberg, Tony Germain, Neil Olmstead, JoAnne Brackeen, Bruno Raberg, Dave Samuels, Ken Pullig e Ed Tomassi.
Nuno Costa – Guitarra
Nuno Costa nasceu em 1980 e começou a tocar guitarra aos 15 anos. Em 1998 prossegue os seus estudos musicais na Academia de Amadores de Música. Posteriormente, ingressa na escola do Hot Clube de Portugal, tendo em 2002 recebido uma bolsa de estudo para a conclusão dos seus estudos. Em 2003, novamente como bolseiro, prossegue a sua formação na Berklee College of Music, tendo terminado o curso de Film Scoring em 2005. Em 2021 concluiu com distinção e louvor o Doutoramento em Artes na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Em 2009 grava o seu primeiro disco, “(…) – Reticências entre Parênteses”, para a editora Tone of a Pitch: «Com a sua estreia em disco, Nuno Costa afirma-se como um interessante guitarrista e, acima de tudo, como um dos grandes compositores do nosso jazz (…) Este disco revela um projecto original e ambicioso… Uma obra coesa, de enorme coerência e francamente apelativa.» (Paulo Barbosa). Em 2012 lança o álbum “All Must Go” para a mesma editora: «Packed with solid and imaginative writing, played by a group of amazing improvisers, All Must Go is a dazzling musical experience that should not be missed by anyone interested in modern jazz.» (Paulo Barbosa). “Detox” foi lançado em 2015 e amplamente mencionado na imprensa especializada internacional. Segundo Mário Laginha: «Dá prazer ouvir e nunca é previsível. Não sinto que seja preciso pedir mais de um disco.» “À Deriva” (2017) é o seu 4º disco enquanto líder e o primeiro de Saga Cega, um projecto com o qual se afasta dos domínios do jazz e que conta com um reconhecido elenco da cena artística nacional: «Em “À Deriva” [Nuno Costa] afastou-se do jazz, mas não perdeu o norte. Nele participam Rita Maria, Tatanka e Cristina Branco.» (Pedro Esteves). NoA é outra das formações por si liderada. O grupo foi criado em 2012, mantendo-se desde então sempre activo na cena do jazz em Portugal, com concertos na Casa da Música, no Hot Clube, no Jimmy Glass e em diversos festivais de jazz de Norte a Sul. 2020 é o ano de “Evidentualmente”, disco editado em vinil por este trio e nomeado para os Prémios Play: «NoA: o trio à vista desarmada estreia-se em disco.» (Andreia Monteiro). O álbum “Cenas de Uma Vida no Bosque”, editado em 2021, foi gravado por um septeto. Trata-se de uma suite dividida em cinco partes e é também o resultado da componente prática da sua tese de doutoramento. “Concavexo”, de 2022, é o segundo disco do trio NoA: «Aparentemente indolente, “Concavexo” revela-se um sublime exercício de imersão no amplo universo sónico dos NoA. Fusão, rock, pop e (vamos dizê-lo) “Kid A”.» (Nero). O álbum conta ainda com a participação de Rão Kyao.
Nuno Costa conta ainda com um projecto de “Filme/Concerto” e em parceria com o pianista Óscar Graça compõe uma nova banda sonora para alguns dos mais emblemáticos filmes mudos da história do cinema. Este projecto tem participação assídua em vários festivais de cinema nacionais, destacando-se o Ciclo Invicta.Música.Filmes na Casa da Música, Fike, Faial Filmes Fest, Encontros de Viana, entre muitos outros. Paralelamente a este projecto, trabalha regularmente com realizadores, compondo música para os mais diversos formatos.
É docente da Licenciatura em Jazz e Música Moderna e do Mestrado em Musicoterapia da Universidade Lusíada de Lisboa.
André Rosinha – Contrabaixo
Natural de Sintra , André Rosinha iniciou os estudos em contrabaixo aos 20 anos, estando inscrito em simultâneo no Conservatório Nacional, na Escola Jazz Luiz Villas-Boas – Hot Clube de Portugal e ainda acompanhado em aulas privadas com Demian Cabaud.
Assistiu ainda a seminários e masterclasses com Dave Holland, Matt Penman, Aaron Goldberg, Reuben Rogers, Greg Hutchinson, Chris Cheek, Jorge Rossy, Matt Renzi, Jon Irabagon, Paulinho Braga ou Matt Pavolka.
Já atuou em múltiplos festivais internacionais de jazz nomeadamente no Jazzaldia, Festival Noches del Botánico e Cadiz Jazz Festival (Espanha), Festival Au Fil des Voix (França), Reset Jazz Festival (Luxemburgo), Jazzfestival Münster e Jazzahead (Alemanha), Sopot Jazz Festival (Polónia), Jazzkar (Estónia) e Kaunas Jazz (Lituânia). Em Portugal é presença habitual nos festivais de jazz, com destaque para o Funchal Jazz e o Seixal Jazz.
André Rosinha já partilhou palco com músicos como Perico Sambeat, Greg Osby, Alexi Tuomarila, Seamus Blake, Marc Miralta, Theo Ceccaldi, Abe Rabade, Jeffery Davis, Xavi Torres, Ben Van Gelder, Roberto Negro e com os portugueses Mário Laginha, João Moreira, Afonso Pais e ainda André Fernandes.
Luís Candeias – Bateria
Luís Candeias licenciou-se em Jazz/Bateria no Conservatório de Amesterdão, em 2008.
Realizou diversos workshops e classes de aperfeiçoamento com figuras como Aaron Goldberg, Ali Jackson, Omer Avital, John Ellis, Matt Penman, Gerald Cleaver, Greg Tardy, Jonathan Kriesberg, Gary Versace, Rufus Reid, Bruno Pedroso, Billy Hart, Pedro Madaleno, Jim Black, Terri Lyne Carrington, Kurt Rosenwinkel, Peter Erskine, Richard Bona, John Clayton, Martijn Vink, Greg Bissonette, Marcel Serierse, Victor Oskam, Steve Cardenas, John Taylor, Kiko Feirtas, Nelson Faria e SF Jazz Collective.
Realizou digressões em Portugal, Noruega, Holanda e Luxemburgo com Fundbureau, concertos no Festival jazz.pt e no CCB. Fez digressões em Portugal com o pianista italiano Franco Piccinno e com o pianista neozelandês Duncan Haynes.
Participou em concertos com a pianista Paula Sousa nomeada mente no Hot Clube de Portugal, Seixal Jazz e Festival de Jazz JACC, digressões com Mr. Eart na Alemanha, Luxemburgo, Holanda e Suíça, concertos com Vasco Agostinho (um dos quais no Festival de Jazz JACC), concertos em Portugal com o trom bonista francês Michael Joussin, com o baixista Eddy Slap (um dos quais com o projecto BassaB no Festival Jazz no Mar Alto). Tocou ainda com Boss AC (Portugal e Cabo Verde), Trisonte (Portugal e Espanha), Hybrid Jazz Project (Festival de Jazz de Valado dos Frades), a saxofonista Christine Corvisier (França), o guitarrista britânico Jonny Philips, o quarteto do saxofonis ta Jasper Blom com Jesse van Ruler e Frans van der Hoeven (Holanda) e o saxofonista italiano Francesco Bearzzatti.
