
Kimi Djabaté + Maria da Rocha
Kimi Djabaté + Maria da Rocha 🌍🎶
Uma noite de encontros improváveis e profundamente inspiradores na Galeria Zé dos Bois, onde tradição africana e experimentação contemporânea se cruzam.
🗓 Data: 7 de março de 2026
⏰ Hora: 22h00
🚪 Abertura de portas: 21h00
⌛ Duração: 120 minutos (sem intervalo)
📍 Local: Galeria Zé dos Bois – Lisboa
🎟 Preço: 14 €
👥 Classificação etária: Maiores de 16 anos (bilhete pago: todas as idades)
📞 Promotor: Associação Zé dos Bois
Kimi Djabaté
Nascido em Tabato, Guiné-Bissau, numa aldeia de griots (cantores-poetas hereditários), Kimi Djabaté recebeu o seu primeiro balafón aos três anos. Cresceu imerso na tradição mandinga, expandindo depois o seu universo para o gumbé, afrobeat, morna, jazz e blues.
Desde que se fixou em Lisboa, em 1994, tem construído uma carreira internacional, colaborando com nomes como Mory Kanté, Waldemar Bastos e até Madonna (na canção “Ciao Bella”).
Com álbuns como Teriké, Karam, Kanamalu e o mais recente Dindin (2023), a sua música celebra a herança griot e aborda temas como liberdade, direitos humanos e esperança, sempre com uma energia luminosa e profundamente humana.
Maria da Rocha
Violinista e multi-instrumentista com formação clássica (Lisboa, Aveiro, Berlim e Belfast), Maria da Rocha move-se entre a música contemporânea, improvisação e cruzamentos artísticos.
Colaborou com a Orquestra Gulbenkian, Benjamin Clementine, Sam the Kid + Orelha Negra, e integrou diversos projetos de música improvisada e experimental.
Autora e investigadora, dedica-se à criação para violino e eletrónica, tendo lançado álbuns como Beetroot & Other Stories e Nolastingname, onde funde violino com sintetizadores modulares Buchla. O seu mais recente trabalho, Mystery Sonatas, cruza referências barrocas com temas de êxodo e diáspora.
Uma noite que promete atravessar continentes, tradições e linguagens — da alma mandinga às texturas eletrónicas contemporâneas.
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