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NO DIA SEGUINTE NINGUÉM MORREU - TEATRO MERIDIONAL

NO DIA SEGUINTE NINGUÉM MORREU

No dia seguinte ninguém morreu.
A morte faz greve e não aparece. Ou, melhor, não se sabe dela.
Talvez tenha partido para uma reflexão de força maior. Quem sabe? E agora?
Ninguém morre. E sem a morte o sistema como o conhecemos entra em falência.
Seguradoras, bancos, agências, hospitais, enfim todos os negócios que têm
interesses económicos e que provêm da morte parecem colapsar…até mesmo o
Estado – tal como numa pandemia!
Só que a morte regressa e com ela a normalidade (ou uma nova normalidade): ela
decide que não é justo aparecer sem avisar e como tal decide enviar previamente
uma mensagem para que o destinatário se possa apaziguar com os seus.
Só que há um dia  há sempre um dia  em que uma mensagem é devolvida.
Intrigada com aquela situação a morte propõe-se averiguar quem é o sujeito que
não recebe a missiva, que se recusa a morrer. Depara-se com um artista, um
músico meio ausente. A morte decide ir ver um espetáculo dele para o matar, mas
o inimaginável acontece.
No dia seguinte ninguém morreu.

FICHA ARTÍSTICA

CRIAÇÃO Carlos Marques TEXTO Carlos Marques e Jorge Palinhos  INTERPRETAÇÃO
Carlos Marques, Chissangue Afonso, Lúcia Caroço, Filipa Jaques e Pedro Moreira
FIGURINOS E CENOGRAFIA Chissangue Afonso  COMPOSIÇÃO MUSICAL Carlos
Marques  ARRANJOS MUSICAIS Pedro Moreira   VÍDEO Pedro Moreira e André Tasso
DESENHO DE LUZ Pedro Bilou  OPERAÇÃO TÉCNICA Pedro Bilou e Pedro Moreira
EXECUÇÃO DE FIGURINOS: Luísa Sousa  FOTOGRAFIA DE CENA Joana Calhau
PRODUÇÃO Alexandra de Jesus   DESIGN Susana Malhão  COMUNICAÇÃO Sira
Camacho

CONTACTOS PARA RESERVAS

[email protected]
91 999 12 13

 

PREÇOS

 

DESCONTOS

  • < 25 ANOS
  • > 65 ANOS
  • DIA DO ESPECTADOR

NO DIA SEGUINTE NINGUÉM MORREU – TEATRO MERIDIONAL

Data

21 - 24 Abr 2022
Desde

Hora

21:00

Localização

Teatro Meridional
Rua do Açúcar, Beco da Mitra Nº64, 1950-009 Lisboa

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