Avançar para o conteúdo
CONCERTO DE ANO NOVO DO CLÁSSICO AO POPULAR

CONCERTO DE ANO NOVO | DO CLÁSSICO AO POPULAR

Com mais de 80 anos de tradição, o conceituado concerto de Ano Novo da Orquestra Filarmónica de Viena é atualmente um fenómeno à escala global transmitido em mais de 90 países e para mais de 50 milhões de pessoas. Partindo deste legado, o recital Do Clássico ao Popular, pretende adaptar esta herança vienense de grande esplendor e transformá-la num momento íntimo de música de câmara. Neste concerto, as Valsas e as Polkas são substituídas por música tradicional intercalada por obras de Debussy, Takemitsu e Piazzolla para a formação de Flauta Transversal, Viola e Harpa. A interpretação das obras fica a cargo de três jovens músicos emergentes no panorama nacional e internacional: David Silva (flauta), Leonor Fleming (viola) e Beatriz Cortesão (Harpa). Pela primeira vez juntos em palco, este concerto promete combinar o espírito festivo dos concertos de Ano Novo com obras marcantes para esta formação camerística dando destaque ao timbre de cada um dos instrumentos em palco.

 

FICHA ARTÍSTICA

 

David Silva (flauta transversal);

Leonor Fleming (viola);

Carolina Coimbra (harpa).

 

David Silva, Flauta Transversal

Pertencente à nova geração de jovens músicos emergentes em Portugal, David Silva tem vindo a solidificar rapidamente a sua carreira enquanto flautista no panorama nacional e internacional. Desde recitais a solo, passando pela música de câmara ou enquanto músico orquestral, a sua carreira abrange um repertório que compreende mais de quatro séculos de música, começando no período barroco e chegando até aos dias de hoje.

No campo orquestral, foi membro da Gustav Mahler Jugend Orchester entre 2018 e 2020, tendo trabalhado com vários maestros de relevo, tais como: Christian Thielemann, Herbert Blomstedt, Vladimir Jurowski ou Jonathan Nott. Destacam-se ainda outras colaborações frequentes com: Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Staatskapelle Dresden, Orchestre de la Suisse Romande, Musikkollegium Winterthur Orchester, entre outras.

Começou os seus estudos musicais aos seis anos na Academia de Música do Monte Abraão, tendo ingressado na Escola de Música do Conservatório Nacional aos doze, na classe do Professor João Pereira Coutinho. Posteriormente foi aceite na Escola Superior de Música de Lisboa, onde concluiu a sua licenciatura com o Professor Nuno Ivo Cruz. Por dois anos consecutivos recebeu uma bolsa de mérito académico atribuída pelo Instituto Politécnico de Lisboa.

Concluiu a sua educação académica em algumas das instituições de maior renome a nível europeu: Koninklijk Conservatorium Brussel e Haute École de Musique de Genève. Entre os seus principais orientadores, salientam-se os professores Carlos Bruneel e Michel Bellavance (Flauta), Jerica Pavli e Katlijn Sergeant (Piccolo) e Serge Saitta e Anna Besson (Traverso). Durante o seu percurso académico foi distinguido com vários prémios nacionais e internacionais, dos quais se destaca o 1º Prémio no XXIII Concurso de Interpretação do Estoril, o 3º lugar no Dutch International Flute Competition 2021, o 4º prémio no Tampere Flute Fest – Young Artists Competition 2022 e o 2º prémio no Clara Wieck Schumann Competition 2022 (Música de Câmara). Foi igualmente apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian com uma bolsa de mérito artístico.

Leonor Fleming, Viola

Natural de Aveiro (1993), iniciou os seus estudos musicais aos 5 anos de idade no Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian nas classes dos professores Hazel Veitch e Hugo Diogo. Em 2014 concluiu a Licenciatura na Escola Superior de Música de Lisboa na classe do prof. Pedro Saglimbeni Muñoz, em 2016 terminou o Mestrado em Interpretação Artística na ESMAE, na classe do professor Jorge Alves e, posteriormente, concluiu o Mestrado no Koninklijk Conservatorium Antwerpen, na classe de Leo DeNeve. Colabora com a Gustav Mahler Jugendorchester, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Clássica do Centro, entre outras. É laureada pelo Concurso Paços Premium (1º prémio categoria D, 2008), Prémio Jovens Músicos (2º prémio, Música de Câmara) e Concurso Internacional do Campus delle Arti, tendo nesse âmbito se apresentado em recital nas cidades italianas de Veneza e Pádua. De 2017 a 2019 integrou o Werther Piano Quartet, grupo bolseiro da fundação Mozart-Gesellschaft Dortmund, apresentando-se na Konzerthaus Dortmund em Dezembro de 2018. Colabora atualmente com a Orquestra Sinfónica Portuguesa.

 

Beatriz Cortesão, Harpa

Harpista portuguesa, Beatriz Cortesão nasceu em Coimbra e iniciou os seus estudos de harpa com 7 anos de idade. As capacidades virtuosas, talento e personalidade única desta jovem artista têm atraído a atenção de muitas pessoas pela Europa e não só, tendo conquistado no passado mês de março o 3º prémio e ainda o Prémio Mário Falcão pela melhor interpretação da peça “Puzzle” de Al Ravin, no 21st International Harp Contest in Israel, um dos concursos mais prestigiados de harpa a nível internacional. Outros destaques na sua carreira foram a seleção como harpista da Orquestra de Jovens da União Europeia (EUYO) em 2020 e 2021 (Maestros: Vasily Petrenko, Marin Alsop) e colaborações com a Orquestra Gulbenkian (Maestros: Lorenzo Viotti, Nuno Coelho, Hannu Lintu, Elena Schwarz.
A nível solístico Beatriz Cortesão tem vindo a realizar vários recitais em Portugal (Lisboa, Coimbra), Itália (Milão), Rússia (Moscovo), Eslovénia (Velenje), Espanha (Vigo). Em 2021 participou no recital Young Soloists inserido no HarpMasters Festspiele, em Munchenbuchsee (Suiça), e em 2019 foi artista convidada no Lisboa Harp Seminar.
A sua educação musical iniciou no Conservatório de Música de Coimbra, onde estudou com Beatrix Schmidt e Erica Versace. Foi completando esta formação com a academia de harpa internacional HarpMasters, na Suiça, na qual tem vindo a participar desde os 16 anos, e que descreve como sendo das experiências mais inspiradoras que tem realizado. Atualmente, Beatriz frequenta o mestrado na classe da professora Irina Zingg, na Civica Scuola di Musica Claudio Abbado, em Milão, onde terminou a licenciatura com o máximo dos votos e distinção.
Tem sido premiada em vários concursos de harpa a nível internacional: 21st International Harp Contest in Israel; III e IV Concurso de Harpa de Linda-a-Velha (Portugal); IV Moscow Open Youth Competition Mark Rubin (Rússia); XXVII Concurso Riviera della Versilia “D. Ridolfi” (Itália).

 

PROGRAMA / CARTAZ

 

Tradicional Irlandesa

Oró Mhór a Mhóirín – The Gorum

Claude Debussy (1962-1918)

Trio para Flauta, Viola e Harpa

I. Pastorale. Lento, dolce rubato
II. Interlude. Tempo di minuetto
III. Final. Allegro moderato ma risoluto

 

Astor Piazzolla

Histoire du Tango

I. Bordel 1900

II. Café 1930

III. Nightclub 1960

IV. Concert d’aujourd’hui

Toru Takemitsu (1930-1996)
And Then I Knew ‘Twas Wind para Flauta, Viola e Harpa

Tradicional Irlandesa
The Cunning Young Man

The High Road to Kilkenny – Toss the Feathers – The Mill Stream – Money

Musk

 

 

PREÇOS

 

Bilhete 10€

(descontos em vigor)

CONCERTO DE ANO NOVO | DO CLÁSSICO AO POPULAR

Data

06 Jan 2023
Expired!

Hora

19:30

Localização

Museu do Oriente
Doca de Alcantara Norte, Av. Brasília, 1350-352 Lisboa

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *