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SUMMARY:Zonas de Contacto: (De)Bater o Fado
DESCRIPTION:Várias fontes documentais oitocentistas referem uma forma de expressão musical e coreográfica designada por Fado, popular entre as comunidades afro-brasileiras, que terá atraído a curiosidade não só da própria sociedade colonial luso-brasileira, mas também de alguns viajantes estrangeiros. Em traços largos, esta dança do Fado era então descrita como sendo lasciva, indecente, imoral, envolvendo pares ou rodas de corpos que se aproximam e afastam, em sequências de braços semierguidos, pernas ligeiramente fletidas, meneios de quadris e vigorosos toques nas coxas. O acompanhamento musical seria feito por um instrumento de corda e o movimento ritmado por palmas, estalidos de dedos e execução de sapateado.\nDepois de décadas de (quase) invisibilidade da componente coreográfica do Fado, nos últimos anos, temos assistido à revivescência da dança em distintas criações artísticas. Num lugar carregado de simbolismo para este género musical — o Largo da Severa, na Mouraria —, reúnem-se especialistas académicos e alguns dos mais salientes protagonistas da atualidade desta componente dançada. A conversa entre os intervenientes abordará o que os move a perseguir esta peugada, que nexos se podem estabelecer entre a dança contemporânea do Fado e os seus vestígios históricos, como lidaram com lacunas de registos e a interferência de imaginários e efabulações. Trata-se, afinal, de um encontro sobre a(s) dança(s) do Fado, entre o que porventura terá sido antes e o que necessariamente poderá ser agora.\nOrganização: Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA), Museu do Fado e Maria da Mouraria.\nCom: Ana Gonçalves, Cláudia Petrina, Djuzé Neves, Hélder Moutinho, Jonas & Lander, José Machado Pais, Paulo Raposo e Rui Vieira Nery.\n
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