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SUMMARY:A NOITE – C. CULTURAL DA MALAPOSTA
DESCRIPTION:A NOITE Teatro & Arte | Teatro Local: Centro Cultural da Malaposta, Auditório\nClassificação Etária: Maiores de 12 anos\nBilhete Pago: A partir dos 3 anos\nEntrada Permitida: A partir dos 3 anos\nData da Sessão: De 3 de maio a 3 de junho de 2024\nDuração: 90 minutos\nAbertura de Portas: 20:30\nIntervalo: Com intervalo\nPromotor: Yellow Star Company\nBreve Introdução: No ano em que se comemoram os 50 anos do 25 de abril, a Yellow Star Company apresenta “A NOITE”, de José Saramago. Trata-se da primeira peça de teatro escrita pelo único prémio Nobel da Literatura de língua portuguesa.\nSinopse: Na redação de um jornal, em Lisboa, na noite de 24 de abril de 1974, a rotina vai ser interrompida pela discussão entre o redator da província, Manuel Torres, um jornalista de alma e coração que defende a verdade jornalística acima de qualquer outro interesse, com o seu chefe da redação, Abílio Valadares, homem submisso ao poder político, que aceita a censura aos textos sem questionar e que conta com o apoio incondicional de Máximo Redondo, o diretor do jornal. Torres, que não tolera a ideia de o jornal ser constantemente manipulado por terceiros, está em constante luta ideológica com a chefia. Ele é um idealista que vai lutar para que a verdade volte às páginas do “seu” jornal e terá como aliados Cláudia, uma jovem estagiária, e Jerónimo, o linotipista, chefe do turno da noite. O conflito ganha uma dimensão ainda mais dramática quando surge na redação o boato de que poderá estar a acontecer uma revolução na rua. O chefe de redação proíbe que se publique qualquer notícia sobre o tema. A agitação e o nervosismo crescem no seio do jornal, com Torres e Jerónimo a exigirem que se confirme a veracidade dos factos e que os mesmos sejam notícia de primeira página no dia seguinte. Do outro lado da “barricada”, o diretor e o chefe de redação tudo fazem para desvalorizar a alegada convulsão social, na certeza de que não irão imprimir notícia alguma, nem que para isso tenham de alegar uma avaria nas máquinas dos linotipistas. Está instalada uma micro-revolução na redação. A incerteza cresce até que se consiga provar o que poderá estar a acontecer na rua. Mesmo depois de provados os fatos, qual será a verdade que irá vencer? Haverá alguma notícia na primeira página da edição do dia seguinte? Ao longo de toda a ação, o contínuo do jornal, Faustino, que sabe mais do que aparenta e tenta manter uma atitude neutra, vai desconstruir alguns dos conflitos vividos na redação. Faustino é coxo de nascença e o seu andar atípico, que lhe dificulta a atarefada profissão de contínuo, visa ironizar sobre o estado do país e a velocidade com que o mesmo avança. Faustino simboliza o Zé-Povinho. Gosta quando o Torres o chama de Fastino que, segundo diz, era a sua alcunha quando “jogava futebol”, por ser muito rápido…\nFicha Artística: Com encenação e adaptação de Paulo Sousa Costa e assistência de encenação de Luís Pacheco, revelamos o elenco de luxo:\n\nDiogo Morgado (Manuel Torres, redator da província)\nJorge Corrula (Jerónimo, chefe da tipografia)\nJoão Didelet (Máximo Redondo, Diretor da redação)\nLuís Pacheco (Valadares, chefe da redação)\nElsa Galvão (Esmeralda, secretária da redação)\nRicardo de Sá (Pinto, redator desportivo)\nHenrique de Carvalho (Fonseca, redator parlamentar)\nSara Cecília (Cláudia, estagiária da redação)\nJoão Redondo (Faustino, contínuo)\n\nNotas Suplementares:\n\nEspetáculo com lugares marcados\n\nPreços:\n\nPlateia: 20€ a 25€ ( https://bol.pt/Comprar/Bilhetes/138780-a_noite-c_cultural_da_malaposta/ )\n\nA NOITE – C. CULTURAL DA MALAPOSTA ( https://cartazculturallisboa.pt/agenda-centro-cultural-malaposta/ )\n
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