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SUMMARY:0070 – plant-thinking
DESCRIPTION:mono apresenta 𝐩𝐥𝐚𝐧𝐭-𝐭𝐡𝐢𝐧𝐤𝐢𝐧𝐠, uma exposição coletiva com curadoria de Jule Kurbjeweit, e obras de Anne Büscher, Joana Viveiros, Márcio Vilela, Marco Pires, Pedro Vaz e Sanne Vaassen.\nInauguração a 16 de Fevereiro\n18h às 22h\nEntrada livre\nDe 16.02.2024\na 01.03.2024\nQuarta a Sábado \n15h às 19h\nQuando perguntamos se as plantas são conscientes ou sencientes, ou em que medida, o que perguntamos é se, ou em que medida, elas são como nós: tentamos encontrar-nos nelas. Mas será que, em vez de projectarmos as nossas categorias humanas, poderíamos encontrar a planta-outra “no seu próprio território”, como sugere o filósofo Michael Marder – mas sem invadir o seu espaço?\nNo seu livro Plant-Thinking: A Philosophy of Vegetal Life (2013), encontramos uma abordagem para esse encontro. Aqui, o pensamento vegetal é entendido como “(1) o modo de pensar não-cognitivo, não-ideacional e não-imagístico próprio das plantas (daí o que eu chamo de ‘pensar sem a cabeça’); (2) o nosso pensamento sobre as plantas; (3) como o pensamento humano é, até certo ponto, desumanizado e transformado em planta, alterado pelo seu encontro com o mundo vegetal; e, finalmente, (4) a relação simbiótica contínua entre este pensamento transfigurado e a existência de plantas”.\nEnquanto o pensamento antropocêntrico sobre a natureza pergunta o que é a natureza em relação ao humano, o pensamento vegetal abre o sujeito ao outro e à alteridade e permite que o pensamento humano seja “desumanizado e transformado em vegetal, alterado pelo [encontro]”.\nAssim, a exposição colectiva “Plant-Thinking” propõe uma aproximação e delineia as condições para o encontro a partir de uma abertura para receber, permitir e desejar o ser e o desdobrar do outro, no sentido da frase latina a que Hannah Arendt (1978) se refere: “Amo: Volo ut sis” – Amo-te: Quero que sejas.\n– Anne Büscher (1991, Alemanha) @anne_buscher\n– Joana Viveiros (1996, Portugal) @thestuffthatido\n– Márcio Vilela (1978, Brasil) @marcio.vilela\n– Marco Pires (Alcobaça, Portugal) @marcopires\n– Pedro Vaz (1977, Moçambique) @pedro__vaz\n– Sanne Vaassen (1991, Países Baixos) @sannevaassen\n
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