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SUMMARY:O Nosso Futuro Ainda Humano
DESCRIPTION:Preço Entrada livre sujeita à lotação da sala\n©Estelle Valente\nEste Ciclo pretende constituir-se como um espaço de reflexão sobre os grandes temas do nosso futuro próximo, considerando o impacto que as tecnologias têm na sociedade, com especial destaque para o que se verifica no terreno das artes, cultura e conhecimento. A crescente virtualização do mundo e da experiência, no contexto de um certo determinismo tecnológico, tem transformado a nossa perceção dos acontecimentos, fazendo com que nos reconheçamos cada vez mais numa simbiose homem-máquina, com os naturais conflitos de identidade e consequente apreensão relativamente a uma subalternização\ndaquilo que é próprio do humano. Tal como a política, também a arte requer um entendimento ao longo do tempo. Hoje, assistimos a uma súbita explosão de experiências que decorrem quase em simultâneo. A nossa relação com o tempo alterou-se significativamente e enforma a nossa presença – ou ausência – num mundo de experiência mediada. Os recentes desenvolvimentos no que respeita à chamada Inteligência Artificial vieram acentuar a nossa preocupação de alteração radical das bases que determinam as nossas sociedades, assentes, sobretudo, numa perspetiva humanista. Este Ciclo pretende ser um contributo para o conhecimento e análise destas questões, contando para isso com a participação de investigadores, filósofos, ensaístas, professores universitários e artistas, cuja comprovada especialização e experiência nas diversas áreas temáticas permitirão a abordagem às mesmas numa perspetiva fundamentada.\nTemáticas a abordar ao longo do ciclo de pensamento: O nosso futuro trans- e pós-humano | A Inteligência Artificial e a criação artística | O corpo tecnologizado | Cérebro, corpo, mente, inteligência e simulação | O futuro do conhecimento e dos saberes | Identidade, tecnologia, natureza | Um caminho para a utopia ou para a destruição? | O lugar da arte no contexto da sua democratização radical | A inteligência colaborativa | A utopia tecnológica | Tempo, silêncio, contemplação | Arte e ciência | A simbiose homem-máquina.\n18 janeiro\nJoe Paton\nJoseph (Joe) Paton formou-se em biologia pela Tufts University em 2000. Em 2008, recebeu o seu Ph.D. com distinção da Universidade de Columbia em Neurobiologia e Comportamento, e pouco depois ingressou no Programa Champalimaud de Neurociências, onde foi bolseiro de 2008 a 2012. Atualmente é Investigador Principal e Diretor do Champalimaud Programa de Neurociências (CNP) da Fundação Champalimaud (CF) em Lisboa, Portugal. Ex-aluno da Simons Foundation on the Global Brain, um Howard Hughes Medical Institute Académico de Pesquisa Internacional, é detentor de uma bolsa consolidadora do European Conselho de Pesquisa. O seu laboratório concentra-se nos mecanismos neurais e princípios computacionais de aprendizagem, tomada de decisões, seleção de ações e timing. Ao tentar entender como o cérebro combina essas funções para produzir comportamento inteligente, tem-se deslocado cada vez mais para áreas que se sobrepõem à pesquisa moderna em AI. Durante o seu mandato como Diretor do CNP, Paton também liderou o desenvolvimento de um novo centro de Terapêutica Digital na FC, bem como representou a FC como membro do recentemente anunciado Center for Responsible AI.\n8 fevereiro\nFátima Vieira\nVice-Reitora para a Cultura da Universidade do Porto e Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP), onde leciona desde 1986. Foi Presidente da Utopian Studies Society / Europe entre 2006 e 2016. Foi galardoada em 2023 com o Lifetime Achievement Award instituído pela Utopian Studies Society / Europe.\n7 março\nAntónio M. Feijó\nÉ atualmente Presidente do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian. Professor Catedrático do Departamento de Estudos Anglísticos e do Programa em Teoria da Literatura, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi Diretor da Faculdade de Letras, Vice-Reitor e Pró-Reitor da Universidade de Lisboa. Doutorado em Literatura Inglesa e Norte-Americana ( Brown University). É autor de livros e ensaios sobre tópicos de literatura inglesa, norte-americana e portuguesa\n4 abril\nLeonel Moura\nLeonel Moura é um artista pioneiro na aplicação da robótica e da inteligência artificial na arte. Em 2001 criou um primeiro robot capaz de criar pinturas abstratas originais, sem intervenção humana. Em 2010 criou o Robotarium, o primeiro zoo para robots no mundo. Foi nomeado Embaixador Europeu da Criatividade e Inovação.\n9 maio\nGonçalo M. Tavares\nEscritor e professor universitário. Doutorado pela FMH. Responsável pelo curso “Corpo e Pensamento Contemporâneo”. Como escritor publica desde 2001 e está a ser traduzido em mais de 50 países. Os seus livros receberam vários prémios em Portugal e no estrangeiro. Com Aprender a rezar na Era da Técnica recebeu o Prix du Meuilleur Livre Étranger 2010 (França), prémio atribuído antes a Robert Musil, Orhan Pamuk, John Updike, Philip Roth, Gabriel García Márquez, Salman Rushdie, entre outros.\n18 junho\nJosé Bragança de Miranda\nEnsaísta e professor universitário. Doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa, com agregação em «Teoria da Cultura» na mesma Universidade. Atualmente é Professor Catedrático da Universidade Lusófona, investigador do Cicant e colaborador do ICnova (UNL). Tem extensa obra publicada no contexto da cultura e arte. Desempenha desde Dezembro de 2022 as funções de Reitor da Universidade Lusófona.\nDatas e Horários\n18 janeiro, 8 fevereiro, 7 março, 4 abril, 9 maio, 18 junho\nquinta e terça, 18h\nLocal\nSala Bernardo Sassetti e Sala Mário Viegas (9 maio)\nFonte: https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/o-nosso-futuro-ainda-humano/\nO Nosso Futuro Ainda Humano\n
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