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DESCRIPTION:\n\n\n\n\n\nO Festival Internacional SeixalJazz regressa de 12 a 21 de outubro, com concertos no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal e no SeixalJazz Clube.\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nEste ano estarão em destaque músicos cujas carreiras marcaram o jazz ( https://cartazculturallisboa.pt/2023/05/09/jazz-em-lisboa-os-melhores-sitios-para-ouvir-jazz-ao-vivo/ ) norte-americano nas últimas décadas, nomeadamente Christian McBride, William Parker, Andrew Cyrille e Enrico Rava e, por outro lado, músicos que a crítica especializada considera dos mais talentosos de uma nova geração e que irão definir o panorama do jazz nos próximos anos, como é o caso do saxofonista Immanuel Wilkins.\nSobem também ao palco dois projetos portugueses, liderados pelo baterista Mário Costa e pelo saxofonista Ricardo Toscano, convidado para apresentar um concerto inédito neste festival, e ainda um ensemble europeu, conduzido pelo contrabaixista Per Zanussi, acompanhado por uma orquestra de músicos noruegueses, um projeto que mistura diferentes interesses musicais do compositor.\nPelo palco do SeixalJazz Clube, que continua com o seu espaço reservado na Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense, irão passar a formação do contrabaixista André Carvalho, o quarteto de Pedro Molina, Nuno Campos 4tet, Apophenia, Garfo, e o quinteto do vibrafonista Paulo Santo.\nOs álbuns editados no ano passado pelos grupos que fazem parte desta edição do SeixalJazz foram considerados pela crítica nacional e internacional como estando entre os melhores discos do ano.\n \nPROGRAMA AUDITÓRIO MUNICIPAL\nCHRISTIAN MCBRIDE’S NEW JAWN\n12 de outubro, quinta-feira, 22 horas | 12 october, thursday, 10 p.m.\n\nChristian McBride – contrabaixo\nMarcus Strickland – saxofone\nJosh Evans – trompete\nNasheet Waits – bateria\nBilhetes | Tickets\nChristian McBride nasceu em Filadélfia, em 1972, e cedo tomou contacto com alguns dos nomes históricos do jazz ao acompanhar o seu pai, Lee Smith, igualmente contrabaixista, em digressões. Esboçava-se uma auspiciosa carreira, confirmada com a conquista de oito prémios Grammy (e 16 nomeações para os mesmos), a gravação de mais de 300 concertos e o lançamento de inúmeros álbuns desde 1995 enquanto líder.\nChristian McBride New Jawn é o nome do seu mais recente projeto, ao qual se juntam Marcus Strickland, no saxofone, Josh Evans, no trompete, e Nasheet Waits, na bateria. Quando garra e coragem são as pedras de toque que caracterizam a formação, McBride tinha de recorrer ao calão da sua cidade natal, trazendo «jawn», gíria para designar uma pessoa, um lugar ou uma coisa, para o nome desta formação. Um projeto que desafia o que anteriormente fez. Uma aventura em novos territórios com o som característico de McBride, robusto e envolvente, ágil e inventivo no centro da ação. O início de 2023 fica marcado pela edição de «Prime», o segundo registo discográfico da Christian McBride New Jawn.\n+ informação\nchristianmcbride.com\nRICARDO TOSCANO FIRST TAKE\n13 de outubro, sexta-feira, 22 horas | 13 october, friday, 10 p.m.\n\nRicardo Toscano – saxofone alto\nArtur Tuźnik – piano\nJasen Weaver – contrabaixo\nJoão Lopes Pereira – bateria\nBilhetes | Tickets\nA ligação de Ricardo Toscano com a música começou cedo, por intermédio do seu pai, também músico. Foi na Sociedade Filarmónica Operária Amorense, uma das centenárias filarmónicas do concelho do Seixal, que começou a desenvolver o seu talento, ao aprender clarinete.\nRicardo Toscano First Take é o espetáculo que o saxofonista estreia no SeixalJazz, respondendo a um convite lançado pela organização do festival, em que irá sair da zona de conforto que uma formação fixa lhe traz e que a crítica confirma pela solidez dos seus discos. Para este espetáculo convidou dois dos mais talentosos músicos da nova geração, Artur Tuźnik, no piano e Jasen Weaver, no contrabaixo, com provas dadas ao lado de nomes incontornáveis e com experiência como líderes e compositores dos seus próprios grupos, e manteve a ancora do seu trio e quarteto, ao lado do excecional baterista João Lopes Pereira.\n+ informação\nFacebook | Instagram\nMÁRIO COSTA QUARTETO\n14 de outubro, sábado, 22 horas | 14 october, saturday, 10 p.m.\n\nMário Costa – bateria\nCuong Vu – trompete\nBenoît Delbecq – piano, sintetizador e samplers\nBruno Chevillon – contrabaixo\nBilhetes | Tickets\nAos seis anos, Mário Costa pegava já nas baquetas, antevendo um percurso que hoje o coloca como uma das principais referências do jazz contemporâneo e da bateria em particular. Começou a ter aulas de bateria aos oito anos e estudou percussão na Escola Profissional de Música de Viana. Seguiu-se o ensino superior e a conclusão da licenciatura em Jazz – Bateria na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, em 2008. Nova Iorque foi o destino que se seguiu, complementando a sua formação com alguns dos mais conceituados músicos da cena jazz.\nO início de 2023 marca o segundo momento autoral da sua carreira, com a edição de «Chromosome», nome que deriva da escrita rigorosa e personalizada de Costa, tendo em conta o ADN de cada um dos músicos que cuidadosamente escolheu para o projeto: Cuong Vu, no trompete, Benoît Delbecq, no piano, sintetizadores e samplers, e Bruno Chevillon, no contrabaixo. Este trabalho apoiado pela Fundação GDA reúne um conjunto de temas preparados com o cuidado que permite a cada elemento a exploração das suas qualidades e que engrandece o brilhantismo de um disco tão cativante quanto inesperado nos seus nove temas.\n+ informação\nmariocosta.pt | Facebook | Instagram\nPER ZANUSSI & VESTNORSK JAZZENSEMBLE\n19 de outubro, quinta-feira, 22 horas | 19 october, thursday, 10 p.m.\n\nPer Zanussi – contrabaixo e composição\nKjetil Møster, Heidi Kvelvane, Elisabeth Lid Trøen e Kristoffer Alberts – saxofones\nDidrik Ingvaldsen e Simen Kiil Halvorsen– trompetes\nThomas Dahl – guitarra\nGro Austgulen – violino\nJohn Derek Bishop – eletrónica\nBørge Fjordheim e Øyvind Skarbø – bateria\nBilhetes | Tickets\nNascido em 1977, Per Zanussi começou a tocar vários instrumentos aos cinco anos, mas elegeu o baixo; aos 13, tocava já em bandas de rock, mas depois de descobrir o jazz, rapidamente mudou para o contrabaixo. Estavam dados os primeiros passos da carreira deste contrabaixista e compositor norueguês. Zanussi tem um mestrado em música do Conservatório de Trondheim e da Academia Norueguesa de Música, em Oslo, com especialização em contrabaixo e composição. Em 2017, concluiu também o seu projeto de doutoramento Natural Patterns – Music Making with an Ensemble of Improvisers.\nEm novembro de 2022, é editada «Li and the Infinite Game», peça composta por Per Zanussi & Vestnorsk Jazzensemble, com quem se apresenta no Seixal, juntamente com 11 músicos. Trata-se de um projeto que dá continuidade ao trabalho do músico para grandes ensembles e que mistura diferentes interesses musicais do compositor, indo buscar inspiração ao funk futurista, ao prog-afrobeat, às baladas de xamãs coreanas e ao free jazz norte-africano.\n+ informação\nperzanussi.com | vnje.no\nANDREW CYRILLE, WILLIAM PARKER & ENRICO RAVA\n20 de outubro, sexta-feira, 22 horas | 20 october, friday, 10 p.m.\n\nAndrew Cyrille – bateria\nWilliam Parker – contrabaixo\nEnrico Rava – fliscorne\nBilhetes | Tickets\nAndrew Cyrille é hoje considerado um dos percussionistas mais criativos e versáteis do jazz moderno desenvolvendo a sua atividade quer num contexto mais convencional, quer em projetos mais vanguardistas. Da sua longa carreira, destaca-se a colaboração de mais de uma década com Cecil Taylor, período durante o qual se afirmou como um dos mais notáveis bateristas de jazz, em particular no que se refere à improvisação.\nApesar dos seus primeiros instrumentos terem sido o trompete e o trombone, William Parker dedicou-se ao contrabaixo, tendo estudado com Richard Davis, Art Davis, Milt Hinton, Wilber Ware, Jimmy Garrison e Paul West. Durante a sua carreira, Parker gravou mais de 150 álbuns, teve inúmeras aparições célebres em palco e ajudou a moldar a cena do jazz, tanto para os seus pares como para os mais jovens.\nEnrico Rava nasceu em 1939, em Itália. Começou no trombone, mas cedo enveredou pelo trompete depois de ouvir Miles Davis quanto tinha 10 anos. Nos anos 1960, muda-se para Nova Iorque, local onde estavam os seus ídolos. Nos seus longos anos de carreira como trompetista e compositor, produziu mais de uma centena de gravações, sendo atualmente o músico de jazz italiano mais conhecido e apreciado internacionalmente.\n«2 Blues for Cecil», álbum que homenageia o pianista Cecil Taylor, com quem estes três veteranos do jazz nova-iorquino tocaram, é a base do concerto que apresentam no SeixalJazz.\n+ informação\nandrewcyrille.com\nIMMANUEL WILKINS QUARTET\n21 de outubro, sábado, 22 horas | 21 october, saturday, 10 p.m.\n\nImmanuel Wilkins – saxofone alto\nMicah Thomas – piano\nRick Rosato – contrabaixo\nKweku Sumbry – bateria\nBilhetes | Tickets\nComeçou a improvisar num violino que lhe foi oferecido pelos pais, aos três anos, quando um dia, à saída das lições, lhe pediram para mostrar o que havia já aprendido. A mudança para o saxofone aconteceu mais tarde, após breves incursões pelo piano, contrabaixo e canto. Aos 18 anos, muda-se para Nova Iorque para frequentar a Juilliard School e é nessa cidade que conhece aquele que viria a ser o seu mentor, o trompetista e compositor Ambrose Akinmusire.\nO ano de 2020 marca o lançamento de «Omega», o seu aclamado álbum de estreia para a Blue Note, nomeado para melhor disco de jazz de 2020 pelo «The New York Times». Este trabalho serviu também para apresentar os músicos com quem Immanuel Wilkins tem vindo a trabalhar em quarteto, e com quem gravou «The 7th Hand», a segunda edição discográfica do músico, em 2022. Ao longo de cerca de uma hora, Wilkins presenteia-nos com sete temas que a crítica refere de escuta essencial e que releva a genialidade deste músico.\n+ informação\nLinktree\n \nPROGRAMA SEIXALJAZZ CLUBE  ( https://www.cm-seixal.pt/seixaljazz/2023/seixaljazz-clube )[+\n\n\n\n\n\n
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