BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
METHOD:PUBLISH
CALSCALE:GREGORIAN
PRODID:-//WordPress - MECv7.24.0//EN
X-ORIGINAL-URL:https://cartazculturallisboa.pt/
X-WR-CALNAME:Cartaz Cultural Lisboa
X-WR-CALDESC:Cartaz Cultural de Lisboa - Agenda de eventos culturais da cidade - Teatro, Música, Cinema, exposições, Literatura, Espetáculos, hoje em LX.
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
X-MS-OLK-FORCEINSPECTOROPEN:TRUE
BEGIN:VEVENT
CLASS:PUBLIC
UID:MEC-ee5b912101bea6d7649532c3234c7fce@cartazculturallisboa.pt
DTSTART:20240718T213000Z
DTEND:20240718T213000Z
DTSTAMP:20230720T072000Z
CREATED:20230720
LAST-MODIFIED:20240613
PRIORITY:5
SEQUENCE:1
TRANSP:OPAQUE
SUMMARY:BIXIGA 70 – B Leza
DESCRIPTION:Bixiga 70 é um dos principais grupos instrumentais do Brasil, mesclando referências nacionais, africanas e latinas. Formada em 2010, o nome Bixiga 70 está ligado ao endereço do Estúdio Traquitana, onde a banda nasceu, localizado no número 70 da Rua Treze de Maio, no bairro do Bixiga, em São Paulo.\nVapor foi o nome escolhido pela banda Bixiga 70 para seu novo disco. Afinal, desde que Quebra-Cabeça foi lançado em 2018, o mundo mudou, o país mudou, o clima mudou, as relações mudaram, as visões se alteraram e a Bixiga 70 junto. E é ela quem está aí de novo com muito gás.\nMalungu, o primeiro single do disco, dá a senha para os novos tempos. Convidada para gravar uma bateria – posto que assumiu definitivamente na excursão pela a Europa que sucedeu o lançamento de Vapor – a multi-talentosa Simone Sou trouxe este tema cujo título, na língua africana Kicongo, significa “companheiro, igual”. E a banda, com seus novos componentes, o tecladista Pedro Regada e as percussionistas Valentina Facury e Amanda Teles, que até então tateava entre revisitar a sonoridade Bixiga 70 ou se aventurar por novos caminhos, pulsou junto como um só coração.\nAlém de Simone, Vapor conta com mais participações, a começar por outro B70-histórico, Rômulo Nardes, na percussão. Também tocam no disco Mayara Almeida, saxofone tenor, Marcelle Barreto, teclados, e Vitor Cabral, bateria. Cabral, a exemplo de Simone (e de mim mesmo), tocou na Isca, uma das bandas de Itamar Assumpção (Simone tocou nas Orquídeas também!).\nÉ indiscutível que a Bixiga 70 não só evoluiu seguindo sua linha como se aventurou e, se mudou, mudou para melhor. Temas como Na Quarta-Feira (segundo single lançado), Parajú e Marginal Elevado Radial (que não nega a origem paulistana) seriam impensáveis sem o período pesado que passamos, sem a eletrônica, sem a gana de subir nos palcos de novo, sem o “sangue-nos-óio” aliado a (um) novo(s) olhar(es). A última música do disco é Lua Loa, nome inspirado na filha do baixista Dworecki. Uma prova do desenvolvimento psico-acústico experimentado pela banda, um tema mais ambicioso, intrincado, envolvente. Como diz Ferreira, “achávamos que se tocássemos juntos no estúdio iríamos captar a energia dos nossos shows. Descobrimos que não era bem assim Com o tempo começamos e estamos aprendendo a captar esse vapor”.\nA primeira apresentação do novo álbum trabalho de Bixiga 70 em Lisboa acontece no B.leza, no dia 18 de julho. As portas abrem às 22H00 e o concerto começa às 22H30.\nBilhetes ( https://ticketline.sapo.pt/evento/bixiga-70-83869 )\nBIXIGA 70 – B Leza\n
URL:https://cartazculturallisboa.pt/evento/bixiga-70-b-leza/
CATEGORIES:Concertos | Música,Eventos ao Fim de Semana
LOCATION:Cais Gás 1, 1200-161 Lisboa
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://cartazculturallisboa.pt/wp-content/uploads/2023/07/BIXIGA-70-1.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR
