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SUMMARY:Cultura no Chiado 2022
DESCRIPTION:Entre 10 e 16 de outubro, o Centro Nacional de Cultura promove mais uma semana Cultura No Chiado: sete dias de passeios e visitas – Portas Abertas e Encontros à Esquina – para dar a conhecer e promover o riquíssimo património do Chiado.\nContamos com a sua participação!\n\nPORTAS ABERTAS\nvisitas a instituições emblemáticas do Chiado\ncom inscrição prévia e limite de participantes\n\n\n\n\nGrémio Literário\ncom Guilherme d’Oliveira Martins\n10 de outubro [2.ª feira] * 18h00\nRua Ivens, 37\nESGOTADO\n\n\nEdifício exemplar da arquitetura romântica, aqui se instalou, em 1875, o Grémio Literário, um dos mais importantes clubes culturais de Lisboa, cuja vitalidade se mantém nos nossos dias. Figuras de referência da cultura portuguesa do séc. XIX e XX fizeram desta instituição uma marca do Chiado.\n\n\n\n\nOficina da Joalharia Leitão & Irmão\n11 de outubro [3.ª feira] * 10h00\nTravessa da Espera, 8 (Bairro Alto)\nESGOTADO\n\n\nInstalada no Chiado desde 1877, a Joalharia Leitão & Irmão foi famosa como fornecedora da Casa Real Portuguesa. Sendo ainda hoje uma referência neste ramo, propomos uma visita às suas oficinas, para dar a conhecer o modo de funcionamento e as técnicas utilizadas nesta arte.\n\n\n\n\nCírculo Eça de Queiroz\ncom Nuno Rogeiro\n12 de outubro [4.ª feira] * 17h30\nLargo Rafael Bordalo Pinheiro, 4\n\n\nEspaço que promove o gosto pelas letras e as artes, através de conferências, exposições e concertos. Por aqui passaram grandes figuras da cultura portuguesa e estrangeira, sendo um marco da vida cultural do Chiado ao longo de mais de 80 anos. Uma oportunidade de apreciar o património artístico desta instituição, nomeadamente o pequeno núcleo de peças pertencentes a Eça de Queiroz, bem como algumas edições de grande valor.\n\n\n\n\nA renovada Cervejaria da Trindade\ncom Anísio Franco\n13 de outubro [5.ª feira] * 17h30\nRua Nova da Trindade, 20 C\nESGOTADO\n\n\nInstalada, desde 1836, em espaço do antigo Convento da Trindade, nomeadamente o refeitório e parte de um claustro, aqui começou por funcionar a primeira Fábrica de Cerveja no país e, em 1840, através da venda de cerveja, ao balcão, a copo, a primeira Cervejaria. O seu sucesso eleva-a, em 1854, a fornecedora oficial da Casa Real. Foi um dos locais de Lisboa famoso pelos jogos de dominó e aqui se reuniam, em tertúlias escritores, jornalistas e políticos. É uma referência na gastronomia desta zona da cidade e um símbolo do gosto milenar dos portugueses pela cerveja. Vamos conhecer os pormenores da sua recente remodelação.\n\n\n\n\nOs 111 anos do Museu Nacional de\nArte Contemporânea – Museu do Chiado\n14 de outubro [6.ª feira] * 11h00\nRua Serpa Pinto, 4\n\n\nA celebrar 111 anos de vida, o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado tem como objetivo a investigação e a divulgação da história e da criação artística portuguesa desde 1850 até à atualidade. Vamos conhecer a sua história e os seus projetos.\n\n\n\n\nEstação Ferroviária do Rossio\ncom Paula Azevedo e Ana Sousa\n15 de outubro [sábado] * 15h00\nPortaria da Infraestruturas de Portugal (entrada pelo Lg. Duque de Cadaval, 17)\n\n\nA Estação Ferroviária do Rossio é considerada a maior obra de engenharia a nível nacional do século XIX. Esta grande estação central da capital, à data da sua inauguração, integrava um conjunto alargado de outras realizações urbanas e ferroviárias que marcaram fortemente a geografia desta zona cidade, um dos eixos políticos e económicos de Lisboa.\n\n\n\n\nEstação Ferroviária do Cais do Sodré\ncom Paula Azevedo e Ana Sousa\n16 de outubro [domingo] * 15h00\nÁtrio de entrada do edifício de passageiros; entrada pela Praça do Cais do Sodré\n\n\nProjetada pelo Arq. Porfírio Pardal Monteiro no início do século passado, a construção da Estação do Cais do Sodré é o culminar de um processo de modernização ferroviária, caracterizado pela eletrificação da Linha de Cascais e a adoção de soluções técnicas inovadoras como a frenagem e a engatagem automáticas.\n\nENCONTROS À ESQUINA\npasseios a pé no Chiado\ncom inscrição prévia e limite de participantes\n\n\n\n\nAs modas no Chiado\ncom Maria João Martins\n10 de outubro [2.ª feira] * 11h00\nPonto de Encontro:\nQuiosque do Largo do Chiado\n\n\nDe chapéu e luvas, as nossas avós subiam e desciam o Chiado para ir às compras e serem vistas pela Lisboa elegante.  Neste passeio guiado por Maria João Martins, jornalista e professora de História Social da Moda na Universidade Carlos III de Madrid, visitaremos as lojas ‘obrigatórias’ para quem queria ‘estar na Moda’ e contaremos as suas histórias. As que ainda existem, como a Gardénia ou a Paris em Lisboa, mas também as que apenas subsistem nas memórias dos mais velhos ou nos álbuns de fotografias, mas que, durante décadas, foram referências de elegância e requinte, como o Ramiro Leão, a Casa David, a Casa Jalco, a Perfumaria da Moda e, como não podia deixar de ser, os Grandes Armazéns do Chiado e o Grandella.\n\n\n\n\nAs irmandades da igreja de São Roque\ne a formação do Bairro Alto de São Roque\ncom Helena Gonçalves Pinto\n11 de outubro [3.ª feira] * 14h30\nPonto de Encontro:\nIgreja de S. Roque (Largo Trindade Coelho)\n\n\nVamos conhecer o papel fundamental das diferentes irmandades e confrarias que, ao longo do tempo, foram estabelecendo as alterações da igreja de São Roque. Com a instituição da irmandade de São Roque (a mais antiga sediada na ermida manuelina) e mais tarde com as diferentes confrarias sediadas no cenáculo da Companhia de Jesus, estabelece-se uma comunidade alargada com uma ação interventora nos domínios cultural, social e artístico, mas, também, na organização de uma nova urbanidade, a que correspondeu o florescimento do bairro alto, dada a presença de novas elites com poder económico, social e intervenção cultural.\n\n\n\n\nBordalo Pinheiro no Chiado\ncom Inês Noivo\n12 de outubro [4.ª feira] * 11h00\nPonto de Encontro:\nQuiosque do Largo do Chiado\n\n\nFoi no Chiado que Rafael Bordalo Pinheiro viveu, no largo que hoje tem o seu nome. E o Chiado foi naturalmente desenhado por Bordalo nos seus jornais, levando-nos a novos e surpreendentes olhares sobre a cidade, a sua evolução urbanística, os seus melhoramentos, o seu ambiente social, onde os janotas se cruzavam com os tipos mais populares, mas também sobre a cidade como metáfora de uma vida política e social sempre em ebulição.\n\n\n\n\nO Chiado na Idade do Jazz-Band\ncom João Moreira dos Santos\n13 de outubro [5.ª feira] * 11h00\nPonto de Encontro:\nQuiosque do Largo do Chiado\n\n\nO Chiado acolhe há séculos a arte musical. Nos seus teatros, clubes noturnos, discotecas e até restaurantes atuaram os maiores artistas. Após a Primeira Guerra Mundial, por aqui entrou o jazz em Portugal, símbolo da modernidade e cosmopolitismo que fazia então furor nas principais capitais europeias. Neste passeio, vamos conhecer as salas de espetáculos que marcaram a vida noturna lisboeta durante a vibrante “Idade do Jazz-Band”, como lhe chamou António Ferro, focando-nos nos grandes concertos de jazz ali efetuados ao longo dos loucos anos vinte.\n\n\n\n\nCamões, os Lusíadas e o Chiado\ncom João Paulo Oliveira e Costa\n14 de outubro [6.ª feira] * 15h00\nPonto de Encontro:\nQuiosque do Largo do Chiado\nESGOTADO\n\n\nPor ocasião do 450º aniversário da primeira edição de “Os Lusíadas”, percorremos os espaços do Chiado que estão associados a Luís Vaz de Camões, seja a estátua que o homenageia desde 1867, no largo com o seu nome, seja a evocação do Adamastor, no miradouro de Santa Catarina.\nDepois desceremos ao Rossio, para recordarmos os passos das suas vivências, inclusive as brigas que acabaram por o levar a partir para a Índia, e na colina do castelo poderemos passear pela rua onde se situava o parque impressor onde foi dada à estampa a edição princeps de “Os Lusíadas”.\n\n\n\n\nIgrejas do Chiado\ncom Guilherme d’Oliveira Martins\n15 de outubro [sábado] * 11h00\nPonto de Encontro:\nQuiosque do Largo do Chiado\n\n\nAs Igrejas dos Mártires, Encarnação e Loreto marcam a paisagem urbana do Chiado e a cultura lisboeta. A elas fazem referência alguns dos grandes escritores portugueses nas suas obras. Com histórias diferentes e caraterísticas particulares, as três superaram a difícil experiência do terramoto de 1755 e são, ainda hoje, ponto de paragem obrigatório da cidade.\n\n\n\n\nO ano da morte de Ricardo Reis\n– 100 anos de José Saramago\ncom Helena Tomaz\n16 de outubro [domingo] * 10h30\nPonto de Encontro:\nCais do Sodré, no Jardim Roque Gameiro, junto ao quiosque da Carris\n\n\nNo Centenário do nascimento de José Saramago, uma singela homenagem: «…nome Ricardo Reis, idade quarenta e oito anos, … profissão médico…». 3 escritores presentes na obra. As Lisboas de outros tempos e a de hoje. Um percurso do “mar” para “terra”, como sugere Saramago nas frases emblemáticas que escolheu para iniciar e fechar a narrativa de O Ano da Morte de Ricardo Reis. Sonho ou Realidade? Aventure-se do Cais do Sodré ao Chiado, e deste ao Bairro Alto, e veja até “navios do Alto de Santa Catarina”, como outrora se fazia…\n\n\n\nInscrição prévia: crgomes@cnc.pt ou 213 466 722\nCultura no Chiado 2022\n
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