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SUMMARY:Moreira/Pais/Barretto/Pedroso – Live Jazz no Távola Jazz Club
DESCRIPTION:João Moreira – Trompete\nJoão Moreira nasceu a 11 de Junho de 1970 em Lisboa e toca trompete desde os 11 anos. É licenciado desde Janeiro de 1999 em Jazz e Música Contemporânea pela New School for Social Research (Nova York), onde teve oportunidade de estudar contraponto, teoria atonal e composição com Henry Martin, composição de Jazz e desenvolvimento motívico na improvisação com Richie Beirach, e trompete com Charles Tolliver e Jimmy Owens.\nActuou com diversos músicos portugueses (como Mário Laginha, Maria João e Carlos Barretto) e estrangeiros (Rick Margitza, Bruce Barth, Phil Markowitz, Robert Sadin, Tom Harrel, Tim Hagans, Mark Turner, Ira Coleman, Troy Davis, John Ellis e Sylvia Cuenca). Integra actualmente várias formações: Septeto de Pedro Moreira, Sexteto de Bernardo Moreira, Quinteto de Nuno Ferreira, Lena d’Água, Big Band do Hot Clube de Portugal e a orquestra residente do Festival de Jazz de Guimarães. Com esta última trabalhou com músicos como Markus Stockhausen, Julian Arguelles, Martin France, Nguyen Lê, Carles Benavente e sob a direcção de Gianluigi Trovesi, Bob Mintzer, Maria Schneider, Gil Goldstein e Michael Gibbs.\nVerdes Anos (Carlos Paredes) – João Moreira e Ricardo Dias – Funchal Jazz 2023 – https://youtu.be/WDLhiZbgkuY?si=0T7AL4MMjSeMu3Ui\nAfonso Pais – Guitarra\nAfonso Pais é guitarrista e compositor. Nascido em Lisboa em 1979, desenvolve desde o início da sua carreira artística um trabalho de composição exploratório das vertentes e possibilidades da música escrita e da improvisação.\nLicenciado pela New School University em Nova Iorque, tem-se expressado como instrumentista essencialmente através da guitarra, mas também do piano e do contrabaixo, tendo editado seis trabalhos discográficos em seu nome: Terranova (Clean Feed, 2004), Subsequências, com Edu Lobo (ENJA Records, 2008) Fluxorama, com Albert Sanz (JACC Records, 2010), Onde Mora o Mundo (Orfeu, 2011), em co-autoria co m JP Simões, Terra Concreta (E.d.A, 2014), gravado exclusivamente em reservas naturais e Além das Horas (ENJA Records 2016), parceria artística com a cantora Rita Maria. Desde 2001 tem leccionado nas escolas superiores ESML (Escola Superior de Música de Lisboa), ESMAE (Escola Superior de Música do Porto) e Universidade Lusíada de Lisboa.\nParticipa enquanto arranjador, director musical e compositor nos projectos de Joana Machado e do cantautor J.P. Simões. Tem apresentado a sua música em vários festivais internacionais, salas de concerto e clubes, em Portugal, Espanha, França, Brasil, E.U.A. ou Marrocos, e actuado com músicos como Edu Lobo, Ivan Lins, Dee Dee Bridgewater, Rui Veloso, Camané, António Zambujo, J.P. Simões, Peter Bernstein, Perico Sambeat, Sueli Costa, Albert Sanz, Mário Laginha, João Paulo Esteves da Silva, Albert Sanz, Marc Miralta, R.J. Miller, Chris Higgins, Jorge Reis, João Guimarães, João Moreira, Carlos Barretto, Bernardo Moreira, Nelson Cascais, Demian Cabaud, António Quintino, Alexandre Frazão, Marcos Cavaleiro, Paula Sousa, André Sousa Machado, Luís Candeias, Rita Maria, Joana Espadinha, Luísa Sobral ou Beatriz Nunes, para citar alguns nomes.\nCarlos Barretto – Contrabaixo\nCarlos António Barreto de Andrade Amaro (Estoril, 18 de julho de 1957), mais conhecido como Carlos Barretto, é um contrabaixista de jazz e artista plástico português.\nNascido no Estoril, em 1957, Carlos Barretto teve contacto com a música desde cedo, através do pai, que tocava guitarra e harmónica cromática, além de ser frequente em sua casa a audição de discos de espetros musicais variados, desde os clássicos , aos mais modernos músicos de jazz da altura. Aos seis anos inicia a aprendizagem da guitarra, mas é aos dez nos que inicia o estudo no Conservatório Nacional de Lisboa (piano e solfejo) passando posteriormente para o Contrabaixo, por influência das sonoridades ouvidas no Festival de Jazz de Cascais, tendo então estudado com o professor Armando Crispim, com quem concluiu o curso de música do Conservatório Nacional de Lisboa. Nesta fase, e paralelamente, frequenta a escola de Jazz do Hot Club de Portugal, onde estabelece as bases da sua relação com o Jazz e faz as primeiras experiências regulares com músicos locais deste género musical.\nEntre os trabalhos mais recentes, conta-se o CD Labirintos (Edição Clean Feed) de 2010.\nBarretto mantém ativos vários projetos musicais, nomeadamente o “Quarteto Carlos Barreto”, o projecto “Lokomotiv”, as suas atuações a solo, e o projeto “Solo Pictórico” em que incorpora música e pintura.\nEm 2014, inserido nas Comemorações do Mandela International Day, promovido pela Embaixada da África do Sul, coordena a construção de um retrato do activista com tampas de plástico, com a participação da população local.\nCarlos Barretto é irmão da cantora portuguesa Filomena Amaro.\nBruno Pedroso – Bateria\nBruno Pedroso iniciou a sua carreira profissional tocando com grupos pop-rock como os Heróis do Mar e os Mler If Dada. Passou depois pelos Plopoplot Pot, de Nuno Rebelo, e pelos Idefix, de Sérgio Pelágio. A sua ligação ao jazz começou com Pedro Mestre, em cuja banda tocou durante dois anos e na qual acompanhou Maria Viana.\nTem tocado com muitos dos nomes de referência do jazz nacional, como Maria João, Zé Eduardo, Carlos Martins, Paulo Gomes, Tomás Pimentel, Carlos Barretto, Pedro Madaleno, Nelson Cascais, André Fernandes, Nuno Ferreira, Bruno Santos, Afonso Pais e Bernardo Moreira.\nTocou ainda com Nicholas Payton, Aaron Goldberg, Reginald Veal, Chris Cheek, Rick Margitza e Perico Sambeat, entre muitos outros nomes da cena jazzística internacional.\nJúlio Resende, André Rosinha e Bruno Pedroso | Carolina (de Chico Buarque) – https://youtu.be/1KlL5QJZl5c\n \n
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